E agora? Como se escreve sobre aquilo que não se sabe? Que não se entende? Que só se sente e de que se sabe apenas que tem de estar certo porque o sinto certo? Porque a sinto certa? Sim, que ela encaixa em mim como um anel num dedo. Ela está certa em mim. Eu é que não estava em muita coisa.
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2 Responses to “o alcance do que não se adivinha”
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A escrita, muitas vezes, cresce a partir de sentimentos. Se sentes algo com sendo certo é isso que escreves. Temos muito poucas certeza. Sentimos imenso. O que não se sabe, imagina-se, e quanto mais sentimos, e mais ignoramos racionalmente, mais se agigantam fantasmas e/ ou cavaleiros. Nós inventamo-los. E isso é, muitas vezes, a matéria de que muitos amores (pouco felizes porque pouco claros), são feitos.
28 de novembro de 2010 às 02:08Toda a arte (e isto sem pretensiosismos de escritora, que não tenho) nasce da irracionalidade, ou é apenas um exercício. E há amores felizes?
8 de dezembro de 2010 às 00:34Yemanjá
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