Sabes?… Amei primeiro a ideia de ti, antes de outra coisa qualquer, anos – sim, anos – antes de te conhecer. Não tinha provas da tua existência, mas não duvidei dela nem por um segundo: tinhas de existir, se eu já te amava. Amei-te pelo que sabia que serias, tudo o que é bom e mau em ti, e forte e fraco, e transparente e opaco, e se confirmou ao pormenor. Já nessa altura soube que ias ser um caso sério e que subiria aos céus contigo por um breve tempo, mas que depois desceria ao inferno de nunca te ter completamente.
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2 Responses to “o alcance do que estava escrito”
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Há pessoas que por vezes escrevem coisas que parecem arrancadas de dentro da minha cabeça... Tu és uma delas... Andaste a vasculhar cá dentro??
22 de novembro de 2010 às 12:41Somos todos iguais se já amámos.
27 de novembro de 2010 às 02:30Yemanjá
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