Hoje quando te agarrar não te largo mais e vou directa a esse pequeno triângulo carnal que dança sensualmente à frente dos meus olhos. Não penses que te escapas, rasgo-te a pele das pernas com as unhas e com os dentes, prometo não me engasgar com os teus pelos. Depois chupo-te o sangue todo até arrotar vermelho. E provo-te que é falácia o que dizem sobre a carne de ser humano, que não presta ou que sabe mal, é precisamente o contrário! Se soubessem o manjar com que dormem ao lado, viravam todos canibais!
Eu sei, porque já te cheirei a carne viva e quase te posso descrever o sabor que daqui a pouco irá agraciar a minha boca esfomeada de ti. Eu sei que a tua carne é tão macia que nem precisarei mastigá-la, irei senti-la desfazendo-se de encontro ao céu da boca enquanto ouço ecos de anjos a cantarem um hino celestial à divindade que é a tua substância. Irei comer tudo à volta do teu joelho, irei chupá-lo até não restar pinga de sangue nem pedaço de carne, até ficar limpo de matéria, branco, seco, fantasma daquilo que um dia me fez enlouquecer e querer chupar o teu joelho até rebentar de prazer!
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